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domingo, 30 de julho de 2017

Em nome de Deus

domingo, julho 30, 2017
Foto por: Gabriel Jacobsen - 07/09/2014, Porto Alegre - leia mais clicando (aqui)


"A maquiagem forte esconde
os hematoma da alma.
 Fumando calma ela observa
os faróis que vem e vão."
- Emicida "Rua Augusta"



Hoje, no tradicional bairro do Bixiga, da capital paulistana, ouço o som de músicas italianas e aroma de queijo quente exala no estabelecimento. Estou em uma das cantinas coloridas da rua dos Ingleses, nesse bairro tradicionalmente italiano. Saio da Cantina, e entro no meu carro, observando o  céu sem ameaças de chuva, o que é um milagre para os meses de abril em São Paulo.

Sigo em direção ao bairro da Consolação, passando por túneis cheios de crianças dormindo em papelões finos, velhos bêbados e pervertidos correndo atrás das mulheres em situação de rua. Parando no semáforo, observo a cena que acontece no carro à minha esquerda: uma prostituta abordando o motorista. "Qualé, moço, só 10 reais o programa. Tá barato porque hoje é sexta." Dizia ela projetando seus lábios avermelhados para o motorista, que simplesmente fechou o vidro e foi embora. 

Aquela cena me intrigou ao ponto de mudar minha rota, me fazendo dar uma volta na cidade para dar tempo de refletir. "Vender o próprio corpo por 10 reais", sussurrei, tentando organizar as ideias e os pensamentos. Me aproximando dos arredores do Morumbi, passando pela comunidade de Paraisópolis, eis que a realidade cai na mente como chumbo. 

Concluo que é muito fácil do lugar onde estou, dirigindo o carro do ano, currículo formado pelas melhores escolas no exterior, cursando medicina na USP, apartamento no Itaim e casa de praia em São Vicente, não senti qualquer empatia por aquela mulher. Isso me motiva a questionar, onde eu estava esse tempo todo que não pensava em histórias quais histórias estão por trás daquela moça, das crianças do túnel , dos subúrbios e dos necessitados.

Mudo meu destino, desisto da Consolação e volto ao Bixiga para solicitar um prato de penne ao molho, mas também desisto disso porque até a fome eu perdi. Desisti do encontro verde amarelo e voltei pra casa. Entrando no meu apartamento, ligo a TV em algum canal noticiário que transmite além de notícias horríveis como coincidentemente uma prostituta esfaqueada, a manifestação verde e amarela na Avenida Paulista. 

Tento não morrer de remorso, pensando que por um segundo eu estaria comungando na mesma missa que aquelas pessoas brancas com seus relógios suíços e calçados produzidos em mão de obra escrava.

Me deprimo pensando na falta de possibilidade de ser menos egoísta, desligo a TV constatando que as pessoas que ali sorriam para as câmeras são as mesmas pedindo muito mais além de patriotismo. O verde-amarelo se faz presente, solicitando intervenção militar para assassinar pessoas, cidadãos. Não só cidadãos comuns, como também, pessoas na mesma situação que as pessoas dos túneis e subúrbios. Assassinando cidadãos como a moça do semáforo e seu batom vermelho. Mas é tudo em nome de Deus. 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Ressurgindo do sangue, uma fênix vermelha.

quarta-feira, maio 24, 2017




Tão vermelha quanto a cor do rosto de alguém em desconforto. Suspirou, clareou. A desenvoltura do seu corpo animal, saía em silhueta do sangue. Um sangue derramado por uma guerra, que por sua vez, não foi tão suave como um dia se esperou dela. Sangue tão vermelho quanto as pétalas de rosas jogadas como tempero no sangue. E o cenário nos faz questionar, onde estão os espinhos. Provavelmente tragados na garganta de alguém em desconforto. 
Alguém que supostamente não tem possibilidade de respirar, e grita internamente de dor, questionando toda a tensão desnecessária daquele caos. Mas suspirou novamente, e clareou. Apareceu aquela silhueta visceral que nos torna tão insípidos, cretinos. A silhueta tão mitológica quanto os devaneios travestidos de mudanças, que um dia nos encontra para entregar seus camafeus dourados, para carregarmos por anos e anos, com um certo peso consciente. O peso da última colheita.
Aquele sangue tão nítido, ácido e pulsante. Vivo, sempre vivo. Aquela silhueta que se revela da mesma cor do sangue. E incendeia. Chamas tão quentes quanto o corpo febril de alguém em desconforto. Uma febre que só tem cura, com a estabilidade de cada centímetro quadrado. Onde encontrar estabilidade em uma guerra? Solitária, a chama de dentro do sangue renasce. 
E vive, respira. Mas não se sabe se está pronta pra mais uma guerra, está tão trêmula quanto alguém em desconforto. Está tão triste quanto a desenvoltura de uma vida que precisa mergulhar no mais íntimo, e retornar ao útero maternal. Para sobreviver com as cláusulas de um contrato não auspicioso. 
Que sacudam as moedas de ouro! Ela respira! Vive! O soar de chocalhos e metais sendo agitados permanece. Nós, meros cretinos, não podemos fazer nada. Apenas chorar com o debater de asas de fogo, que sabem como voar, mas não consegue, pois estavam mergulhadas em sangue de alguém em colapso, arrebatado para a dor. De que adianta renascer e não se encontrar? 
O soar de flautas e toque de cordas indica um novo caminho, o caminho da cura. O caminho clareado pelo suspiro, e assim, pequenas criaturas carregam o corpo para o processo mitológico da recuperação. 
O tempo que esse processo vai durar, é proporcional à quantidade de espinhos concentrados na garganta dos que gritam. E proporcional a todos os tecidos que cobrem as feridas, ainda assim, incendiados. Tornará lembrança tudo o que aconteceu, e que sejam ouvidos todos os cânticos de renascimento. O tilintar dos metais anuncia: a fênix vermelha ressurgiu do seu ninho de sangue. 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Sobre a vida urbana e seu aroma de adrenalina poluída

sexta-feira, janeiro 13, 2017


Confesso que ao longo da minha vida acadêmica eu tenha tido uma certa aptidão com o mundo dos números, cálculos e fórmulas. O que transfigurou totalmente nesses últimos anos de ensino médio. Anos que tem se arrastado com uma lentidão, com uma perspicácia que parece cada vez mais distante O Dia da Libertação.

Nesses últimos anos descobri uma paixão já escancarada antes, só que imperceptível, com o mundo dos livros, da literatura e da prosa. E me descobri escrevendo crônicas, relatando a vida urbana com um ambiente frio e calculista. Onde as composições de Ludovico Einaudi se encaixassem perfeitamente com borboletas no estômago.

A adrenalina contida neste cenário tem sido cada vez mais palpável. São mais de 500 anos de correria, hormônios, emoções e questionamentos fluindo num ambiente só. E observando do ângulo onde estou, uma respiração profunda - e desconfortável devido à poluição - é o suficiente para perceber todas as expressões caóticas existentes nesse espaço.

Registrando tudo isso na fórmula silenciosa, sensível e detalhista, a vida urbana de repente não parece tão complexa. Ela é desmistificada tão rapidamente que as palavras simplesmente se entregam ao espaço em branco. E sua facilidade de perceção tambem nos envolve complexamente.

Paradoxais, são as conclusões sobre a vida urbana gravada em lentes de diretores de cinema como Anna Muylaert, Walter Salles entre outros. Cenas lentas, silenciosas, câmeras localizadas estrategicamente para exploração da cena.

E coisas simples e tranquilas como lençóis brancos, cafés e papéis se tornam protagonistas de vidas solitárias, agitadas, ansiosas, ofegantes. Protagonistas de um mundo de luzes, sons, imagens, e sendo parte de todo um contexto audiovisual que não cabe a mim a imensidão e o privilégio de registrá-lo por inteiro, mas cabe em detalhes.

sábado, 1 de outubro de 2016

A bússola quebrada, o território desconhecido e o baile que a vida te deu

sábado, outubro 01, 2016

Por mais que tentamos ser estáveis, a vida é uma dançarina com dois pés esquerdos. Não há como viver sem altos e baixos e eu até tento, ter o controle das coisas, mas meu coração epilético está sem comprar seus remédios, seus gardenais, o que interfere no curso das coisas nessa selva de pedra solitária.

Fria, bonita, brilhante. A impressão que as mil histórias causavam era exatamente esta. Mas no final das contas era só uma capa por cima de um grande medo, uma grande insegurança. O barco afundou e meu desnorteio sofreu um naufrágio. De repente, quem tem razão na história? Quem será o famigerado que chegará para apaziguar as coisas? Quem será o escolhido entre tantas almas daquele necrotério sombrio que era o barco?

Após o naufrágio, todos percorrem um território desconhecido. Todos, digo, os sobreviventes. Mas eles estão isolados, estão retidos, solitários. Cada um foi parar num canto, e sem medo de pestanejar, saíram a desbravar o local. A insegurança chegara para se fazer presente e quebrar todas as bússolas. E com a bússola quebrada, quem se orienta após um naufrágio necrológico?

Um perfume é somente o que salvaria toda uma comitiva. A contradança no centro de tudo, se fazia cada vez mais presente. As peles quentes, o suor frio dos corações, embalavam tudo com uma certa angústia.

Um desespero este, que não interferiu no curso das violas que ali choram. Adoniran se faz presente, com seu relógio adiantado esperando seu trem. O samba bravo que ali ecoa, a revolta em todos os glóbulos do sangue caracteriza uma cena revolucionária. Mas o desespero soa mais forte, cortando os ventos, secando os prantos e dança tortuosamente, confundindo quem ali tenta se orientar.

E onde estará o findar desta dança desvairada? Dizem os sábios que a dança terá seus pontos de calma, seus segredos que revelam o encanto de uma paz a curto prazo. E se os maremotos vierem, o famigerado chegará para segurar todas as estruturas inóspitas em busca do perfume. O perfume de um baile emocionante, que deixou muitos enlouquecidos.


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Não seja só mais um inerte

quarta-feira, agosto 10, 2016


Tem oportunidades que recebemos que nos parecem irrecusáveis. São o reconhecimento do que fazemos pelo mundo.Tudo o que somos no mundo importa.

E há quem diga "isso é besteira, você não precisa disso. Ninguém precisa disso. Desde que você tenha casa, comida, estudo e um lar, você não precisa desses supérfluos"
E assim, vamos formando uma galera inerte e neutra que não sente a ânsia de inovar. E sabe o que é mais perturbador? Vamos formando um monte máquinas que só atende o necessário.

E esse monte de máquinas são os que fazem parte das estatísticas de depressão. É uma vida frustrante que produz mais do mesmo e induz a acreditar numa morbidez estarrecedora. Um monte de máquinas com suas vidas remotas sem o menor sinal de alegria.

É curioso imaginar que nos necrotérios, a maioria das mortes são causadas por motivos que somatizaram essa vida em cinzas. Um ataque cardíaco, proveniente de um stress, um suicídio pela depressão, e até mesmo os que morrem de tristeza em seus apartamentos contemplando um céu nublado de cores mórbidas.

A inovação pode ser a porta de liberdade para povos, para nações. Não devemos menosprezar aquilo que sai do padrão. Crie, inove, seja. Brilhe neste mundo cinza da fumaça dessa gigantesca fábrica que é o mundo que vivemos.

Coloque cor no mundo, pinte suas aquarelas na vida das pessoas, talvez com toda a realização financeira e profissional, esteja faltando amor, cor, folia, alegria. E é por isso que todos somos importantes no mundo, porque conseguimos transformar.



quarta-feira, 13 de julho de 2016

Sou espírito livre, mas onde está minha liberdade?

quarta-feira, julho 13, 2016


Minha veia artística me permitiu pensar nas coisas mais aleatórias nos últimos meses. É como se eu estivesse entrando na veia surrealista com um toque do realismo e quisesse barbarizar enquanto o mundo é mundo.

Pintar um quadro com as maiores e melhores metáforas do mundo, no momento, não é uma má ideia, partindo do pressuposto que preciso me expressar e jogar minha adrenalina no mundo.
Mas aí, eu como reles ser humano vivendo numa sociedade em que graças aos ideais calvinistas vivemos em torno do trabalho, eu não tenho tempo.

Tempo é uma riqueza para mim que eu tenho que ficar cronometrando todos os meus minutos, segundos, milésimos... Um dia terei tempo? A persistência do tempo, já pintou Salvador Dalí. Aquela obra me representa de uma forma, que eu faria camisetas com ela. 

Tempo para cuidar de um bonsai, pintar meus quadros, conversar besteira, tomar uma sem me preocupar com um relatório, um documento, uma lei... argh! Há tanto tempo e tanta coisa pra fazer. Onde, céus, onde está meus objetivos? Os deixei escondidos em alguma pasta? A confiança me deixou recado? Se deixou, não anotei. Tenho certeza que faz séculos em que só ultrapasso o sinal porque não tenho tempo para esperar. 

Sou espírito livre, mas onde está minha liberdade? Onde está o bailar das minhas inspirações, onde está os meus anseios, onde se esconde minhas respirações? Por que procuro? Por que não acho? Onde me escondo? Dentro dos livros e compromissos, será? 

Só sei, que nada sou sem tempo. E por enquanto, nada serei. Se meus sonhos e objetivos estarão lá fora, não vejo a hora de sair daqui. Liberdade, minha doce liberdade.

sábado, 25 de junho de 2016

Utilidade: Cartão de visita!

sábado, junho 25, 2016



Oi gente!

Avenida Mundo também é utilidade!

E uma dica útil que vou dar para você meus amigos, blogueiros, empresários, comerciantes e gente que precisa de uma divulgação do seu trabalho é onde fazer seu cartão de visita.
Como a maior parte do público do Avenida Mundo são blogueiros, esse post é feito com carinho pra vocês. 

- Mas Gabi, qual a importância do cartão de visita?

Um cartão de visita é imprescindível para a publicidade do seu blog. 
Ele substitui todos os currículos, ou bilhetinhos de papel e caneta com seus contatos. Além de apresentar toda a credibilidade do seu blog. 
Sempre que vamos em eventos, é importantíssimo portar uns cartões consigo para abrir mais oportunidades ao seu blog. 

- E onde fazê-lo? 

A Criar Cartão é uma gráfica online especializada em cartões de visita. Você pode criar o seu, escolhendo um de todos os modelos variados e lindos, que estão disponíveis, por um editor online pra ficar do jeito que você quiser, fazendo sua própria arte. Por esse mesmo editor, você também pode libertar o designer de dentro de você e fazer uma arte do zero! Você pode baixá-la e imprimir por conta própria e olha só meu povo: de graça <3 




Ou você pode solicitar o serviço de impressão dos cartões da Criar Cartão que é oferecido em altíssima qualidade, e olha só meu povo: FRETE GRÁTIS para qualquer cidade do Brasil <3 




E olha só meu povo: parcelamento em até 6x sem juros para caber no orçamento nosso de cada mês. <3


Como criar a sua arte na Criar Cartão:

1 - Na página inicial você coloca o seu nome ou o nome do blog




2- Depois você morre de amô com tantos modelos lindos! - e personalizáveis - 




3 - Você pode escolher entre fazer a arte do zero neste botão: "Criar modelo ou Enviar arte"




4 - Ou escolher um dos modelos disponíveis, que são muitos, diga-se de passagem
Para filtrar, escolha uma das categorias que represente melhor seu blog, na coluna lateral esquerda, se desejar.




5- Depois, é só personalizar no editor online como você quiser:




6- Salve o cartão e cadastre-se para concluir:




7- Conclua o pedido salvando a arte ou encomendando a impressão dos cartões na quantidade que você quiser:




8- Seja felizinho!


Acesse o site clicando aqui!



Beijos e até o próximo post! 







- Esse post é um publieditorial, contendo a minha opinião sincera pela empresa em questão! É sensacional mesmo!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Mil informações e um sentimento: equilíbrio

segunda-feira, maio 30, 2016


Seria muito bom dormir e acordar numa cidade de região montanhosa sem me preocupar com determinados problemas. Mas acontece que minha vida não tem os tons chuvosos e resolvidos da série Pretty Little Liars. Então, me surge uma reflexão. E se tivesse?

Se tivesse esses tons, meus problemas seriam outros. Ninguém é uma ilha. As relações interpessoais das pessoas provocam problemas em outras e é assim sucessivamente.

Mas o bom é que no final, tudo é experiência pra enfrentar coisas ainda maiores. Continuo achando que é loucura esse negócio de viver pra ser livre, porque não somos livres. Nós só precisamos buscar momentos de paz, harmonia.

De repente, num curto prazo de uma semana vem surgindo novas informações, tudo ao mesmo tempo. É impressionante, como o ser humano tem a capacidade de descobrir mil e uma coisas ao mesmo tempo, e conseguir digerir todas essas informações

E nessas descobertas, fico naquelas paranoias de "se eu não estivesse deste determinado jeito naquele momento, jamais teria acontecido", mas aí, eu paro pra pensar: no que vai adiantar? Aconteceu.

Como Heráclito, filósofo pré socrático, diria: Tudo flui. E nós só temos que seguir com o curso das coisas. Dar uma ajeitadinha quando tá incomodando, e viver.

Quero seguir dançando entre essas informações. Pareço a garotinha do clipe Chandelier - Sia, dançando loucamente até encontrar um denominador comum pra vida.

Talvez eu dance eternamente. O ponto de equilíbrio universal, nós só vivemos buscando. E absorvemos mais informações, experiências, aprendizados. Talvez o ponto de equilíbrio seja essa coreografia desconexa em que estamos dando a cara à tapa para sentir o que é real. Talvez o famigerado ponto de equilíbrio, seja nossos momentos mais humanos.




sábado, 16 de abril de 2016

Necessitamos falar sobre: A contribuição da mídia na cultura do gaslighting

sábado, abril 16, 2016
Gaslighting na mídia
Logo da ISTOÉ e fotografia de Dilma Rousseff: Reprodução 


Primeiro, vamos à fonte do ouro. [Vai ser textão, mas um textão escrito com tanta dedicação, que vale a pena ler.] 

Gaslighting: (segundo a Wikipédia), uma forma de abuso psicológico no qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade.

O termo surgiu do filme Gaslight (1944) quando um homem tenta enganar a esposa de que não alterou as luzes alimentadas por gás da casa, enquanto procurava um tesouro escondido no sótão. E para tentar convencê-la, utiliza os mais variados métodos, inclusive, alterando pequenas coisas no ambiente, fazendo sua esposa se questionar de sua própria consciência porque tem a mais límpida certeza de que o nível de iluminação na casa foi alterado. 

Traduzindo isso para a situação cotidiana feminina: 

1-Quando um namorado seu te chama de louca, e num "passe de mágica" você se sente errada por algo que você defendeu e se achava plenamente certa até ele acusar sua loucura, isso é gaslighting.

2- Quando você vive um relacionamento abusivo, e não se dá conta, porque até aquele momento ele é e sempre será o amor da sua vida, e quando você ousa questionar algo que te incomoda, ele começa a proferir a seguintes frases "amor, não exagera. Isso é paranoia sua, você tá ficando louca, nós estamos tão bem..." - ISSO É GASLIGHTING! 

Resumo: O estereótipo da mulher histérica e da mulher louca, é gaslighting.

Dados alguns exemplos cotidianos, prossigamos.

O gaslighting na mídia tem sido algo tão comum e tão corriqueiro que passa despercebido a quem não faz uma análise crítica do que consome. Ou seja, analisar bem o tipo de informação que está recebendo. 

Vamos tomar como exemplo, essa capa da revista ISTOÉ: 





"AS EXPLOSÕES NERVOSAS DA PRESIDENTE"
"e perde (também) as condições emocionais de conduzir o país"
ISSO É GASLIGHTING! (e como diria um dos comentários do post desse vídeo no facebook: "aqui jaz o jornalismo")

Realmente desconstruíram toda a imagem da presidenta para uma louca, doida varrida que quebra móveis e grita com subordinados. A QUE PONTO A MÍDIA TENDENCIOSA CHEGA!                                                                                                                                                                                                         

Gaslighting é uma cultura tão naturalizada, e a grande mídia faz questão de impulsionar isso. 

E não acontece só com o Brasil, se pesquisarmos direitinho a Hillary Clinton, candidata a presidência dos EUA tem sido alvo preferido da mídia americana; A chanceler da Alemanha Angela Merkel, já foi retratada como um ciborgue em uma capa de revista; Christina Kirchner ex-presidente da Argentina, era hipersexualizada e retratada na mídia como "louca e vaidosa"; Michelle Obama é também um alvo em potencial nos Estados Unidos; 

Veja mais sobre essas capas nesse post do Think Olga: 



Não é mimimi. É sexismo. Quer uma prova? 


Eduardo Cunha tem histórico de corrupção, contas na Suíça e afins...

Até agora, eu, Gabriele, não vi ninguém falar de Eduardo Cunha como se ele fosse louco, como se ele estivesse perdendo a linha na câmara quando acusaram ele.  

Sérgio Moro tá brincando de esconde-mostra mostra-esconde, e não tô vendo ninguém falar da sanidade dele, enquanto ele joga na mídia áudios que não falam nada a se aproveitar sobre Dilma e Lula e esconde uma lista de corrupção na Odebrecht, onde não consta os nomes de Dilma Rousseff e Lula. 

Vale lembrar que não sou petista, só gosto do que é certo. 

Então acho que está claro que não é só contra Dilma essas acusações, ou só contra Hillary, contra Angela ou contra Christina. É contra a condição feminina. É contra o fato de ter uma mulher à frente de um país. É contra as mulheres. 

E como essas revistas circulam feito água, natural que a cultura do gaslighting seja sempre fortalecida e incentivada a nível nacional/mundial. 

A mídia elitista branca que criou o estereótipo da mulher negra irritada (o que também é gaslighting), é a mesma mídia que está cultivando uma geração machista fazendo a propagação do gaslighting ficar cada vez maior. 

Ou seja, vamos combater isso para 'desnaturalizar' algo tão nocivo e deturpante à condição feminina, porque isso não ofende só elas, como a todas nós mulheres. 

Não vamos nos calar, não vamos deixar passar, estamos juntas e não somos histéricas e muito menos loucas! Vamos em luta!


sexta-feira, 25 de março de 2016

Eu quero a sorte de um amor tranquilo

sexta-feira, março 25, 2016
eu quero a sorte de um amor tranquilo


Sinto um caos me rodeando, e eu não consigo pensar direito. São muitas decisões a se tomar. São muitas coisas a se pensar. A vida poderia ser uma simples música do The Fray.
O simples ato de tirar os sapatos ao chegar em casa, virou uma ato de glória, de dever cumprido, de descanso. Os dias estão carregados de adrenalina excessiva, de uma tensão perturbadora, e isso faz com que chegar em casa, seja um ato simbólico de sobrevivência.

No meu aleatório dançar pela casa, finjo que não há uma guerra acontecendo à minha volta. Finjo que no lado externo na redoma indestrutível que é o meu apartamento, não tem gente fazendo apologia ao crime, gente pedindo a morte alheia, pedindo violência, manifestando a favor de um golpe político.

São reconfortantes esses micro-momentos em que eu esqueço de tudo. Tirar a roupa, tomar um banho, ouvir música enquanto cozinho, respirar longe dos noticiários, das discussões, das brigas.

Porém, é necessário viver um pouquinho desse caos diariamente.  Eu preciso saber separar o tipo de informação que estou consumindo. Tem muita coisa tendenciosa na rede, na tv, que eu fico sem saber pra que lado devo ir. De repente, a maior emissora nacional se torna uma apoiadora de um golpe político. Ou os tabloides mais populares forjam informações. Não me sinto satisfeita. 

E no amor, a coisa anda louca. Rolou uma segregação de esquerda e direita impressionante. Casais que têm medo de morrer por irem contra o sistema, igualzinho na ditadura militar, ou casais que se separam por um dos cônjuges apoiar o golpe. E vice-versa. Eu fico observando esses casais, porque eu quero a sorte de ter um amor tranquilo. O que é totalmente o oposto desse grupo de pessoas.  

Eu quero só ter alguém pra compartilhar o que aconteceu no trabalho, contar de uma banca alternativa que encontrei na feirinha, e sei lá, curtir o que me resta da vida. Não quero que a política ou a economia torne tudo mais tenso do que já está. Eu sei que não tem como fugir de tudo, mas eu mereço um descanso de tudo isso. 

Um amor tranquilo está se tornando raro, o que não quer dizer que no meio da guerra nós mesmos não possamos plantar um pouco de paz. 


domingo, 21 de fevereiro de 2016

Minha teoria explica o porquê do ensino médio público ser tão desmotivador

domingo, fevereiro 21, 2016
ensino médio público desmotivacional



Oi gente!

Então. Eu tenho uma teoria. E talvez não seja só eu que tenha pensado nisso. Afinal, estudo no ensino médio público, então acho que meus colegas se questionam e tiveram a mesma conclusão que eu.
Resolvi separar por tópicos.

1 - Não somos bons em tudo.

Desculpe-me sistema educacional. Eu quero seguir na linha das Artes Visuais. Logo, não vejo sentido em me dedicar mais do que a disciplinas do meu interesse, em disciplinas de ciências exatas, que tenho muitas dificuldades. E olha só: Estou por um fio nas exatas, e se eu repetir de ano, o meu sonho de ser artista fica cada vez mais distante.

Temos um problema.

Meus sonhos são interrompidos por disciplinas que tenho dificuldade. EU SOU OBRIGADA A APRENDER COISAS QUE NÃO ENTRAM NO MEU CÉREBRO PARA FINALMENTE FAZER O QUE EU GOSTO.

"Mas Gabi, tem que ter uma base das exatas, é importante" - isso nos leva para o segundo tópico


ensino médio público desmotivacional

2 - Ter a base das coisas é importante, mas não precisamos depender disso pelo futuro das nossas vidas

Temos dançarinos impedidos de dançar, porque zeraram uma prova de geografia. Temos matemáticos chorosos porque não lidam muito bem com redação. Ou como eu, artistas que não sabem o que fazer porque estão se enforcando em química.

Sistema Público Educacional Brasileiro, vamos conversar um cadinho. Que tal parar com essa ideia de que aluno brasileiro da rede pública sabe tudo, QUANDO NÃO SABE?

3- Não acredite nisso: "o ENEM serve para entrar na rede federal de ensino superior, que é o melhor do país, uma oportunidade para todos os brasileiros cursarem as melhores faculdades"

QUERIDO, se a Educação Pública Brasileira realmente desse certo, acho que ninguém precisaria pagar cursinho pra fazer ENEM. Não encontro a coerência onde o Exame Nacional de Ensino Médio aprova a galera que tem condições de estudar na rede privada, e reprova os integrantes do ensino público, sendo que o ENEM foi criado justamente pelo governo. Acho que seria muito mais coerente, um exame criado pelo governo, se encaixar perfeitamente com o que é dado na escola pública.

4 - Nosso futuro dá uma pausa de vez em quando: Greves.

Professores e funcionários em greve. E quem paga a conta depois? Os alunos. Tendo que estudar até no sábado. Um sistema que não valoriza quem ensina os futuros inventores do país, é realmente uma falácia requerer conhecimentos estupefatos por parte dos alunos da rede pública.
ensino médio público desmotivacional

5 - (Quem estuda em turno matutino) Existem alunos que acordam 4h da manhã pra estudar numa escola distante da sua cidade.

Pra começar, aulas que começam às 7 da manhã é um crime contra a saúde. Sempre, SEMPRE, as aulas mais improdutivas são as primeiras. Pior é quando justamente a disciplina que você tem dificuldade fica nos primeiros horários. Será mesmo, que temos que nos expor a essas condições para sermos alunos produtivos, alunos dedicados, alunos esforçados?

6 - (último tópico) E se depois do ensino médio não soubermos o que fazer, vamos ser apedrejados.

Eu tô aqui em pânico. Troquei de opção de faculdade umas inúmeras vezes, e sempre que digo "AGORA SIM", tenho medo de trocar de opção e não restar mais tempo, e eu morrer de fome, ou acabar vendendo pulseirinha na praia (que dá certo se você for hippie). 


Eu só queria dizer, Sistema Educacional Público, que tu tá de parabéns, pense! (talking in sarcasm language/falando numa língua sarcástica)



Comenta aí, mais um tópico que você acha que faltou na lista.
Beijos e até o próximo post! 






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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Playlist: Dezesseis

quinta-feira, fevereiro 11, 2016



Não tô falando da música da banda Legião Urbana não... Tô falando do meu aniversáriooooo

DEZESSEIS VERÕES 

Para comemorar, nada melhor que um post com o meu vício: Música! Separei as minhas dezesseis músicas mais ouvidas até o aniversário pra vocês! 

1 - Sweater Weather- The Neighbourhood 
2 - Skinny Love - Bon Iver
3 - #icanteven - The Neighbourhood 
4 - No Rest For The Wicked  - Lykke Li
5 - Afterlife - SPLITBREED feat. Joey Moe
6 - IDFC - Blackbear
7- Sem Graça - Haikaiss
8-  Complexion ( A Zulu Love) - Kendrick Lamar 
9- Work Song - Hozier 
10- Dançando - Agridoce
11- Boa Noite - Karol Conka
12- R.I.P. 2 My Youth - The Neighbourhood
13- The Blacker The Berry - Kendrick Lamar
14- Sentimental - Los Hermanos
15-  Black Skinhead - Kanye West
16- Female Robbery - The Neighbourhood!

Clica na música e ouça um pedacinho do meu ano! 

Beijos e até o próximo post!  



domingo, 7 de fevereiro de 2016

Um tempo para respirar.

domingo, fevereiro 07, 2016
um tempo pra respirar











Bom, passei por mais ou menos um mês de férias desavisadas, (desculpa gente), pra colocar as coisas em ordem.

Meu computador tava uma loucura! Pastas de músicas nos documentos, coisas de jobs misturadas com wallpapers... ARGH! Aproveitei para mudar a logo do blog (que tá linda!), capa de facebook e afins...
Aproveitei para me mudar.

Tem tanta coisa acontecendo, aquele velho loop da vida.


um tempo pra respirar




Acho que todo mundo precisa de tirar um tempo para si. Não só para organizar, mas se conhecer. Olha só, descobri que gosto de Surrealismo. Descobri que odeio a teocracia. Descobri que sinto repulsa por machismo.

Quero abordar mais e mais assuntos por aqui. Dia primeiro de junho vamos chegar a um ano de blog. Até lá, eu já quero ter falado sobre gênero, feminismo, cinema e arte que ainda não falei por aqui. São tantas e tantas coisas para falar, que nossa, acho que vou escrever a cada post um assunto diferente.


um tempo pra respirar


Meu gosto musical não sofreu mais uma metamorfose e sim, um aperfeiçoamento! Eliminei alguns preconceitos e compreendi que quem tá na chuva é pra se molhar, então porque não dançar os ritmos nacionais como se não houvesse amanhã?

Nesse meio tempo, percebi que amo cozinhar. Porque não um conteúdo gastronômico cultural aqui hein?

Todo mundo precisa disso mais do que nunca. Relax, be free! Esse ano será triplamente melhor que 2015 e por que não infinitamente? Tô pronta pra qualquer coisa.

Vem com tudo 2016!

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Dicas para Viajar com Estilo nessas Férias!

terça-feira, janeiro 12, 2016

Oi gente!

Hoje estou aqui para dar umas dicas legais de como viajar com estilo. É janeiro, muitos de vocês ainda estão de férias até fevereiro, e espero que esteja rolando viagens pra vocês haha Pra mim rolou, então, porque não dar umas dicas?

Dica número 1: Seja feliz  

Para ser feliz, é só escolher um maravilhoso destino. E viva a viagem como se não houvesse amanhã, sabe? Porque né, pra depois não rolar aquele arrependimento né? 

Dica número 2: Tenha conforto. 

Se for viajar pra longe, de ônibus, de carro... Nada como ir bem, ir confortável, sem problemas com torcicolo, dores, ou até mesmo passar frio no ar condicionado! 

Por isso, é importante levar um cobertorzinho em caso de ar condicionado ligado, um casaquinho, uma almofada para viagem, né? Para mais conforto, uma almofada de pescoço é imprescindível! Seja de avião, ônibus, carro... Tenha uma almofada de pescoço! Na loja Gorila Clube, tem almofadas de pescoço super criativas! Dá uma olhada nessas lindas: 

almofadas para pescoço

1 - Almofada de Pescoço Alto Falante - R$ 79,90
2 - Almofada de Pescoço Corações Coloridos - R$ 69,90
3 - Almofada de Pescoço Lovetton Louis Vuitton - R$ 59,90
4 - Almofada de Pescoço Jornal - R$ 59,90
5 - Almofada de Pescoço  Quadrinhos Comic Marvel - R$ 59,90

Dica número 4: Divirta-se!

Acho que o mais importante é se divertir com conforto numa viagem inesquecível!

Gostaram das dicas? Essas almofadas são lindas né? 

Um beijo e até o próximo post! 



- Este post é um publieditorial!


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Wishlist de livros para 2016!

quarta-feira, janeiro 06, 2016

Oi gente!



Respira fundo! 2016 chegou e como toda boa leitora a hora da wishlist de livros chegou também.


Ultimamente eu tenho lido muito sobre biografias, romance, ação... Pretendo seguir nessa linha também e nada mais natural que listar meus 10 livros must-have de 2016. 



Segue a lista: 


wishlist de livros para 2016
1 - Budapeste - Chico Buarque - vende aqui
2- Clarice, - Benjamin Moser - vende aqui
3- O Fim do Homem Soviético - Svetlana Alexievich - vende aqui
4- As Veias Abertas da América Latina - Eduardo Galeano - vende aqui
5- Correio Feminino - Clarice Lispector - vende aqui 
6 - A Mágica da Arrumação - Marie Kondo - vende aqui
7- #GirlBoss - Sophia Amoruso - vende aqui
8- Eu sou Malala - Malala Yousafzai - vende aqui
9 - Uma História de Solidão - John Boyne - vende aqui
10 - Elis Regina: Nada Será Como Antes - Julio Maria - vende aqui


Esse ano para minha leitura, escolhi biografias, dramas e um toque de literatura nacional. 
Quero ler todos e escreverei pra vocês o que achei de cada um! 


 Comente aqui qual livro você quer ler em 2016. E comente também o gênero literário que você mais gosta! 




Beijos e até o próximo post! 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

16 coisas que vou levar comigo em 2016

sexta-feira, janeiro 01, 2016
E cinco, quatro, três, dois...?!

coisas para 2016

Acabou 2015. Preciso de um novo kit sobrevivência. Ano passado foram 15 pensamentos. Esse ano são 16 coisas.

1- Um fone de ouvido.

Música é tudo, principalmente depois de tudo o que me aconteceu, eu defini uma trilha sonora pra cada coisa. Eu tenho um zilhão de playlists, e nada melhor do que ouvi-las e me distanciar do mundo por alguns minutos. Você que criou o fone de ouvido, tu mereces o céu. 

2 - Um bloquinho de papel.

Nunca se sabe quando vai me dar um surto de criatividade. Desenhar, escrever como se não houvesse amanhã. Principalmente quando eu precisar expressar algum sentimento. 

3 - Uma caneta amarela. 

Eu não sou louca, tá? Eu gosto de canetas amarelas. Você escreve, escreve e escreve, e no final você não enxerga e fica se matando pra ler o que escreveu. Mas nada como um marca texto pra clarear a vida e as letras amarelas. 

4 - Uma câmera fotográfica analógica. 

Quero registrar minha vida pra vai que no dia de São Nunca eu precise. E quero que a câmera seja analógica porque quero sentir aquela ansiedade nostálgica de revelar as fotos <3 

5 - Balas de hortelã.

Pra adoçar a vida quando ela estiver amarga. Tomara que eu não precise. Mas só de precaução. 

6 - Um espelho.

Preciso me sentir bem comigo todos os dias, aceitando todos os meus defeitos e valorizando minhas qualidades. Nada melhor que uma terapia de espelho. (Fica a dica pra quem quer se amar ainda mais)

7- Uma agenda.

Minha memória anda muito falha. Preciso mais do que nunca me organizar e anotar os aniversários dos animais do zoológico e dos amigos. E sim, eu gosto saber o aniversário de animais. 

8 - Algo que faça música.

Além de escutar minhas trilhas sonoras, quero fazer minhas próprias músicas. É uma alternativa para quem tá afim de ouvir algo novo. Inove. 

9 - Lenços de papel.

A gente não chora só por tristeza. Vamos chorar de felicidade, gente! Vamos viver o agora felizes. 

10 - (mentalmente levarei) uma caixinha de despedidas. 

Pessoas entram, e saem. Despedidas podem ser dolorosas mas, por que não viver isso de forma bem humorada? Sem tristeza, sem feridas alheias ou próprias. Vamos colecionar ideias para se despedir na paz. 

11 - Souvenirs. 

Eu quero viajar muito em 2016. Que eu traga um pedacinho de cada destino comigo. (Sem falar que meu vício por souvenirs é maior que o vício por pugs). 

12 - Fotos.

E que cada momento me deixe uma foto para me dar boas lembranças pra sempre. 

13 - Chocolate.

Sempre é bom, na alegria, na tristeza, na saúde e na doença hahaha 

14 - (mentalmente levarei) Uma caixinha de sorrisos.

É. Eu não sei sorrir. Preciso aprender urgente pra retribuir tantos que recebo.

15 - (mentalmente levarei) Uma respiração reserva.

Naqueles momentos de muita coisa rolando, é sempre bom respirar. Controlar as emoções pra não perder a linha.

16 - Diversão. 

Quero me divertir ao máximo. Principalmente se eu estiver acompanhada. Bora?





FELIZ ANO NOVO, GENTE! Gostou do post? Comenta aqui o que 2015 lhe trouxe de bom, o que 2016 deve prometer, e o que você quer viver neste novo ano! 

Beijos e até o próximo post! 

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